
"Carpe diem quam minimum crédula postero
Tu ne quaesieris, scire nefas, quem mihi,quem tibi
Finem de dederint, Leuconoe, Nec Babylonios
Temptaris números. Ut melius, quidquid erit, pati.
Seu pluris hiemes seu tribuit Iuppiter ultimatum,
Quae nunc oppositis debilitat pumicibus maré
Tyrrhenum: sapias, vina liques et spatio brevi
Spem longam reseces. Dum loquimur, fugerit invida
Aetas: carpe diem quam minimum crédula postero."
“Colha o dia, confia o mínimo no amanhã

Não pergunte, saber é proibido, o fim que os deuses
Me darão a mim ou a você, Leuconoe, com os adivinhos da Babilónia
Não brinque. É melhor apenas lidar com o que cruza o seu caminho
Se muitos invernos Júpiter te dará ou se este é o último,
Que agora bate nas rochas da praia com as ondas do mar
Tirreno: seja sábio, beba seu vinho e para o curto prazo
Reescale suas esperanças. Mesmo enquanto falamos, o tempo ciumento
Está fugindo de nós. Colha o dia, confia o mínimo no amanhã”
CARPE DIEM
O Tempo é algo que estimula o pensamento. Quando o tentamos compreender acabamos sempre por querer domina-lo, vence-lo, mas chegamos sempre à mesma conclusão, somos tão frágeis, somos como as folhas no Outono que o vento leva para onde quer, assim é o tempo na nossa vida. Domina-lo não consigo e vence-lo muito menos por isso todo o teu pensamento é lógica “Carpe Diem”, aproveita o momento. :D
ResponderEliminarSim senhora Célia...Gostei :P
ResponderEliminarTiago...
ResponderEliminarPalavras de facto sàbias... muito sàbias mesmo... Mas mais sàbio do que as palavras, são os actos... Nunca te esqueças que palavras leva as o vento, são os actos que definem a essencia de uma pessoa... mas de facto não existe uma boa pratica sem uma boa teoria:)
Estou a gostar da evolução deste blogue:)
Saudações montanheiras